Sobre o Jiu-Jitsu

Brazilian Jiu Jitsu

Publicado em 22/12/2014 às 15h33

O Jiu-Jitsu brasileiro ou, lá fora, o Brazilian Jiu-Jitsu ou BJJ (grafado também como jujitsu ou jujutsu) é uma arte marcial de raiz japonesa que se utiliza essencialmente de golpes de alavancas, torções e pressões para levar um oponente ao chão e dominá-lo. Literalmente, em japonês signfica “suavidade”, “brandura”, e jutsu, “arte”, “técnica”. Daí seu sinônimo literal, “arte suave”.

Sua origem secular, como sucede com quase todas as artes marciais ancestrais, não pode ser apontada com precisão. Estilos de luta parecidos foram verificados em diversos povos, da Índia à China, nos séculos III e VIII. O que se sabe é que seu ambiente de desenvolvimento e refinamento foram as escolas de samurais, a casta guerreira do Japão feudal.

A finalidade de sua criação se deu pelo fato de que, no campo de batalha ou durante qualquer enfrentamento, um samurai poderia acabar sem suas espadas ou lanças, necessitando, então, de um método de defesa sem armas. Como os golpes traumáticos não se mostravam suficientes nesse ambiente de luta, já que os samurais vestiam armaduras, as quedas e torções começaram a ganhar espaço pela sua eficiência. O Jiu-Jitsu, assim, nascia de sua contraposição aokenjitsu e outras artes ditas rígidas, em que os combatentes portavam espadas ou outras armas.

A arte marcial ganhou novos rumos quando um célebre instrutor da escola japonesa Kodokan decidiu ganhar o mundo e provar a eficiência de seus estrangulamentos e chaves de braço contra oponentes de todos os tamanhos e estilos: Mitsuyo Maeda, um filho de lutador de sumô nascido no povoado de Funazawa, cidade de Hirosaki, Aomori, no Japão, em 18 de novembro de 1878, e falecido em Belém do Pará a 28 de novembro de 1941.

Eterno defensor das técnicas de defesa pessoal do Jiu-Jitsu, Maeda embarcou para os Estados Unidos em 1904, em companhia de outros professores da escola de Jigoro Kano. À época, graças aos laços políticos e econômicos entre Japão e EUA, as técnicas japonesas encontravam grandes e notórios admiradores em solo americano. Em 1903, por exemplo, o presidente Theodore Roosevelt tomara aulas com o japonês Yoshiaki Yamashita. Nos EUA, o ágil japonês começou a colecionar milhares de combates e adversários tombados pelo caminho, em países como a Inglaterra, Bélgica e Espanha, onde sua postura nobre fez nascer o apelido que o consagrou, Conde Koma. De volta à América, o lutador fez diversas apresentações e desafios em países como El Salvador, Costa Rica, Honduras, Panamá, Colômbia, Equador, Peru, Chile e Argentina. Em julho de 1914, o valente japonês de 1,64m e 68kg, segundo consta, desembarcaria no Brasil para fincar raízes e mudar a história do esporte.

Maeda colecionaria histórias saborosas em terras brasileiras. Após rodar pelo país, o faixa-preta de Jiu-Jitsu se estabeleceu em Belém do Pará. Certo dia, encarou o desafio de um capoeirista conhecido como “Pé de Bola”, de cerca de 1,90m e quase cem quilos. Maeda não se fez de rogado e ainda deixou o ousado rival portar uma faca na luta. O japonês desarmou-o, derrubou e finalizou o brasileiro. Conde Koma, como se tornou tradição entre os professores de Jiu-Jitsu, também lançava desafios para rivais famosos do boxe. Foi o que fez com o afamado boxeador americano Jack Johnson, que jamais aceitou a luta.

Foi Koma, ainda, que promoveu o primeiro campeonato de Jiu-Jitsu do país – na verdade, um festival de lutas e desafios para promover o esporte desconhecido.

Fonte: http://www.graciemag.com/pt/

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Projeto AlmeidaJJ

Publicado em 22/12/2014 às 15h29

História Projeto Almeida

 

Minha história de vida era muito parecida com a dos meninos que eu via nas ruas do meu bairro, todos ociosos sem oportunidade de vivenciar o novo, sem acesso a clubes, teatro, viagens, academias, cursos e arte.

Eu aos dezesseis anos, junto com meus irmãos agarrei a oportunidade de experimentar o Jiu Jitsu de graça, duas vezes por semana com o Mestre Antônio Bergamo e o Mestre Everdan Olegário. Ali eu tive toda a estrutura que precisava para contribuir com a sociedade, me formei faixa preta e no curso de Educação Física na universidade.

Em 2006, no 1º semestre de aulas da faculdade, eu resolvi montar um projeto social sobre o incentivo de um dos professores da faculdade, assim que eu tive noção da arma que tinha em mãos, eu comprei um rolo de pano de brim e paguei para uma costureira montar os quimonos, tudo deu R$ 300,00, que na época era um valor considerável. Comecei a ministrar aulas no fundo da minha casa, ao ar livre, embaixo de um pé de manga.

Demos inicio a primeira turma do projeto Almeida JJ, onde tínhamos aulas duas vezes por semana, palestras, seminários, levávamos para clubes, teatros e para campeonatos estaduais e nacionais do cenário do Jiu Jitsu. Através do Jiu Jitsu, inserimos os meninos na sociedade e desde então o projeto vem tomando proporções muito maiores do que imaginávamos.

Clique e Veja o vídeo da primeira turma do Projeto Almeida JJ

 

Com o Jiu Jitsu, mudamos a vida de muitos meninos e meninas, eles cresceram e hoje em dia ainda praticam o Jiu Jitsu e são campeões em solo nacional e internacional, e os mesmos estão dando sequência no trabalho social dando aulas nas unidades do Projeto Almeida JJ.

Entrevista das crianças no Mundial de Jiu Jitsu em São Paulo.

 

 

Diogo Almeida

Líder do Projeto Almeida JJ junto com o irmão Caio Almeida

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Jiu Jitsu No Brasil

Publicado em 22/12/2014 às 15h26

Em 1917, um adolescente de nome Carlos Gracie (1902–1994) viu pela primeira vez, em Belém, uma apresentação do japonês que era capaz de dominar e finalizar os gigantes da região. Amigo de seu pai, Gastão Gracie, Maeda concordou em ensinar ao garoto irrequieto a arte de se defender. Em suas aulas, ensinava a Carlos e a outros brasileiros – como Luiz França, que mais tarde seria mestre de Oswaldo Fadda – os conceitos de sua arte: em pé ou no chão, a força do oponente deveria ser a arma para a vitória; para se aproximar do adversário, o uso de chutes baixos e cotoveladas deveriam ser os artifícios antes de levá-lo para o chão. Para evolução nos treinos, lançava mão do randori, o treino à vera com um companheiro.

Aluno fiel, Carlos Gracie abraçou de vez o Jiu-Jitsu e, para lamento da mãe que sonhava ver mais diplomatas na família célebre, passou a incutir nos irmãos o amor pela arte. Um de oito irmãos (Oswaldo, Gastão Jr., George, Helena, Helio, Mary e Ilka), Carlos abriu, em 1925, a primeira academia de Jiu-Jitsu da família Gracie. Nos jornais, o anúncio era uma obra-prima do marketing: “Se você quer ter um braço quebrado procure a academia Gracie”.

O grande mestre teria 21 filhos, sendo que 13 deles se tornariam faixas-pretas. Cada membro da família passou, então, a fortalecer a arte e a acrescentar mais um elo à corrente criada por grande mestre Carlos, fundador e guia do clã, além do primeiro membro da família a se lançar numa luta sem regras, a que chamou de “vale-tudo”. Foi em 1924, no Rio de Janeiro, quando Carlos Gracie enfrentou o estivador Samuel, conhecido atleta da capoeira.

Helio Gracie tornou-se, rapidamente, o destaque entre os irmãos, pelas inovações técnicas que promoveu como instrutor e pelo espírito indomável que não combinava com o porte franzino. Em consonância com as táticas de Conde Koma, os Gracie continuaram, no Rio de Janeiro, os desafios a capoeiristas, estivadores e valentões de todas as origens e tamanhos. Se em pé tais brutamontes botavam medo, no chão viravam presa fácil para os botes e estrangulamentos que os capturavam como mágica.

As vitórias da família em lutas sem regras foram se acumulando e virando lendas e manchetes nas primeiras páginas. Os alunos famosos também – artistas, arquitetos, ministros de estado, prefeitos, governadores, cirurgiões e doutores de todos os ofícios.

Além dos desafios, os campeonatos entre praticantes, com regras exclusivas do Jiu-Jitsu, se fortaleciam, abastecidos por dezenas de academias diferentes. Nos anos 1960, quando Carlson Gracie já pegara o bastão de seu tio Helio como linha de frente do clã no vale-tudo, um passo importante foi dado para a consolidação do Jiu-Jitsu esportivo. Em 1967, a Federação de Jiu-Jitsu da Guanabara, no Rio de Janeiro, foi criada, sob autorização da Confederação Nacional de Desportos do país. Entre as regras ainda primitivas, manobras como queda, montada de frente com dois joelhos no chão e pegada pelas costas rendiam um ponto ao competidor. A duração dos combates na categoria adulta era de cinco minutos, com prorrogação de três. O Jiu-Jitsu ganhava oficialmente tempo e pontuações.

O presidente da Federação era Helio Gracie, e o presidente do Conselho Consultivo era Carlos. Seu primogênito, Carlson, era o diretor do departamento técnico. O primeiro vice técnico era Oswaldo Fadda e o segundo, Orlando Barradas – ambos professores de Jiu-Jitsu. João Alberto Barreto, notável aluno dos Gracie, foi nomeado diretor do departamento de ensino, que tinha como vice-diretor um irmão de Carlson, Robson Gracie – todos hoje grandes mestres da arte.

Nos anos 1990, a arte teve um novo boom. Em duas frentes: criado por Rorion Gracie em 1993, o Ultimate Fighting Championshipdeu o pontapé inicial (no queixo) no esporte midiático conhecido hoje como MMA. A partir do ídolo Royce Gracie, e com o suor derramado por irmãos e primos aparentemente invencíveis como Rickson, Renzo, Ralph, Royler, Ryan, Carley e companhia, o Jiu-Jitsu como arma de defesa pessoal estava consagrado.

Em outra frente, Carlos Gracie Jr. seguiu a obra do pai na organização dos campeonatos e no fortalecimento da arte como esporte regulado. Estava criada, assim, em 1994, a Federação Internacional de Jiu-Jitsu, assim como a Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu, filiada ao Comitê Olímpico Brasileiro, que hoje promovem torneios para mais de 3 mil atletas de mais de 50 países, como o Campeonato Mundial, realizado anualmente desde 1996.

Um século depois de Conde Koma desembarcar no Brasil, nosso Jiu-Jitsu hoje pode ser praticado do Alasca à Mongólia, de Abu Dhabi ao Japão.

O resto da história continua a ser escrita por cada faixa-branca que ingressa numa academia de Jiu-Jitsu.

Fonte: http://www.graciemag.com/pt/

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Regras do Jiu Jitsu

Publicado em 01/02/2013 às 22h23

Aprenda um pouco das regras para chegar antenado no seminário do Caio Almeida

http://www.fpjj.com.br/pages/federacao/regras_cbjj.asp

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História do Jiu Jitsu

Publicado por Gustavo em 05/12/2012 às 12h56

Segundo alguns historiadores o Jiu-jitsu ou "arte suave", nasceu na Índia e era praticado por monges budistas. Preocupados com a auto defesa, os monges desenvolveram uma técnica baseada nos princípios do equilíbrio, do sistema de articulação do corpo e das alavancas, evitando o uso da força e de armas. Com a expansão do budismo o jiu-jitsu percorreu o Sudeste asiático, a China e, finalmente, chegou ao Japão, onde desenvolveu-se e popularizou-se.
A partir do final do século XIX, alguns mestres de jiu-jitsu migraram do Japão para outros Continentes, vivendo do ensino da arte marcial e das lutas que realizavam.
Esai Maeda Koma, conhecido como Conde Koma, foi um deles. Depois de viajar com sua trupe lutando em vários países da Europa e das Américas, chegou ao Brasil em 1915 e se fixou em Belém do Pará, no ano seguinte, onde conheceu Gastão Gracie. Pai de oito filhos, cinco homens e três mulheres, Gastão tornou-se um entusiasta do jiu-jitsu e levou o mais velho, Carlos, para aprender a luta com o japonês.

Veja mais no site www.ryangracie.com.br

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Mês de novembro no Jornal Casa Verde

Publicado por Gustavo em 29/11/2012 às 13h02

UFC

Aconteceram nesse mês duas edições do Ultimate Fight Championship que, certamente entrarão para a história. Na primeira delas, duas lendas em ação: o campeão mais novo que o UFC já viu (entre tantos outros títulos), Vitor Belfort, contra o atual dono do cinturão dos meio-pesados, Jon Jones. O brasileiro, que aceitou completar o card em cima da hora, representou muito bem o seu país, mas representou ainda mais o jiu-jitsu. Com a prerrogativa da família Gracie que consiste em “o mais fraco vencer o mais forte”, Vitor Belfort encaixou um armlock que arrancou o fôlego de todos que assistiam e quase arranca também o braço do americano. Por que será que a luta não acabou ali? Muitos dizem que Belfort amarelou, que ficou com medo de quebrar o braço do seu oponente. Já eu, penso que ele tentou com todas as suas forças, mas o adversário soube suportar a potência do golpe, mesmo arriscando uma grande lesão. Mérito do Jon Jones que mostrou toda a sua superioridade sobre o brasileiro; mérito também do brasileiro que aceitou o desafio acima da sua categoria e nos brindou com uma belíssima luta.

Já o outro brasileiro que sempre nos presenteia com show, não fez nada diferente dessa vez. Anderson Silva não notou a presença do seu adversário, o americano Stephan Bonnar. Gingando e passeando no octógono, difícil até de encontrar palavras para descrever o que eu assisti na terceira edição do UFC Rio. Gritos dos técnicos... “não fique no canto, sobe essa guarda, protege a joelhada...” nada disso serve para Anderson Silva. Ele simplesmente tem o seu jeito, único e indiscutível de lutar. Ficou ali, parado, esperando o americano acertá-lo, mas tudo isso em vão: logo ele acertou uma joelhada perfeita derrubando seu oponente.

Só nos resta agora aguardar que esses dois monstros do UFC aceitem se enfrentar. Penso que Anderson Silva tem técnica para bater o Jon Jones. Estamos aqui esperando... e eles? Será que vão encarar?!

 

Gustavo Almeida

 

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Regras e Etiquetas do Tatame

Publicado por Gustavo Almeida em 07/08/2012 às 10h05

 

Quando você entra no tatame, entra num mundo diferente, num mundo de guerreiros. Pode ser um lugar de respeito e amistosa camaradagem ou um covil de paranóia e desconfiança. No tatame atacamos e somos atacados, aprimorando a nossa capacidade de responder intuitivamente. As regras e os comportamentos de etiqueta nos permite praticar Jiu Jitsu com segurança, alem de disciplinar e redirecionar as reações agressivas desenvolvendo os sentimentos de compaixão e respeito dentro do tatame.

1 - Este tatame segue as regras tradicionais de boa conduta. Cabe a cada estudante honra-las e segui-las com sinceridade.

2 - Respeite seu Mestre, respeite o professor, respeite o tatame, respeite seu kimono, respeite as outras artes marciais e respeite os colegas de treino.

3 - Respeitar, Respeitar e Respeitar, é um pensamento constante dentro do tatame.

4 - Cada atleta deve cooperar para criar uma atmosfera positiva de harmonia e respeito.

5 - É prerrogativa do professor decidir se irá ou não tomar você como aluno. A técnica não se compra.

6 - Mesmo estando fora do tatame, mantenha o respeito durante os treinos e nao tire atenção de quem esta dentro do tatame.

7 - O tatame não deve ser utilizado para outro fim a que se destina, salvo expressa ordem do professor.

8 - Evite frequentar as aulas se estiver com alguma doença transmissível por ar ou contato.

9 - Se estiver com alguma lesão ou incapacidade física comunique ao professor, antes de iniciar o treino.

10 - Cuide da sua higiene: o kimono deve estar sempre limpo e lavado e as unhas das mãos e dos pés bem aparadas, para evitar ferir um companheiro.

11 - Remova toda e qualquer jóia, aliança, relógio, corrente ou qualquer acessório que prejudique seu treino e dos seus parceiros. Cabelos compridos devem ser presos com elástico e não com presilha.

12 - É proibido fumar ou fazer uso de bebida alcoólica em todas as dependências da academia inclusive vestiário e banheiro, assim como chegar embriagado para o treino.

13 -A academia é de responsabilidade de todos que usam seu espaço. Mantenha a mensalidade em dia, pois ela que mantêm as despesas do local e da à você a oportunidade de mostrar um pouco de gratidão pelas lições recebidas.

14 - Sinta-se em casa para dar informações a visitantes, arrumar o que estiver desarrumado, limpar o que estiver sujo.

15 - Se precisar ausentar-se por algum tempo dos treinos por viagens ou doença avise o professor.

16 - Ao entrar ou sair do tatame faça sempre reverência.

17 - Não pise calçado no tatame.

18 - Não ande descalço fora do tatame.

19 - Não ande pelo tatame sem estar completamente vestido.

20 - Não entre no tatame comendo ou até mesmo mastigando chiclete.

21 - Evite atraso, se por motivo de força maior chegar com a aula já iniciada, entre no tatame discretamente, pedindo licença ao professor, faça uma reverência ao professor dizendo Oss , cumprimente todos os faixas pretas que houver no tatame e se adapte ao ritmo dos exercícios, evitando que seu atraso prejudique o treino.

22 - Caso entre um faixa preta no tatame com a aula já iniciada, pare imediatamente o que estiver fazendo e vá cumprimenta-lo, em seguida retorne ao ritmo dos exercícios, ou aguarde orientação.

23 - Não abandone o tatame durante a aula. Se você precisar sair temporariamente do tatame peça autorização; deve-se pedir autorização até mesmo para usar o banheiro ou tomar agua.

24 - Ao entrar no tatame esvazie a mente dos problemas diários e foque no treinamento.

25- Evite conflitos de ego no tatame. O tatame não é um ringue de competição de vaidade. Você deve treinar para dominar seus próprios instintos agressivos.

26 -Treine exatamente como orientado pelo professor.

27 Jamais se deve contra argumentar com o professor, não há lugar para discussões em um tatame.

28 - Respeite o Mestre e seus ensinamentos da forma como forem transmitidos pelo professor. Nunca argumente com o professor, mesmo que outro instrutor tenha dito algo diferente. Existem várias formas de se executar as técnicas e você deve seguir cada instrutor, em cada aula, no melhor de sua capacidade.

29 - Quando o professor demonstrar uma técnica, preste atenção e faça perguntas na hora apropriada.

30 - Não deixe de fazer nenhuma técnica (a não ser que esteja machucado).

31 - Quando o fim de uma técnica for determinado, pare imediatamente. Faça uma reverencia e agradeça seu parceiro.

32 - Não recuse a treinar com nenhum parceiro.

33 - Respeite os mais graduados. Evite discutir sobre a técnica.

34 - Respeite os menos graduados. Não inviabilize sua prática.

35 - Os mais graduados devem, por sua vez, treinar as técnicas sempre com os menos graduados, conduzindo o movimento, em caso de duvida. Mas nunca devem corrigi-lo ou instrui-lo, a menos que tenha autorização, isso cabe ao professor.

36 - Nunca pense que estará atrapalhando alguém por não saber executar algum movimento. todos estão aprendendo, uns ajudando aos outros.

37 - Esteja consciente do que ocorre ao seu redor. Dose a intensidade dos movimentos principalmente com os menos graduados. tenha responsabilidade sobre vc mesmo e seu companheiro de treino.

38 - Treine com afinco e energia, mas sempre respeitando a integridade física do colega. Durante as aulas ha sempre pessoas de diferentes sexos, idades, capacidade física, habilidades e possibilidades diferentes. Tenha consciência de suas limitações. Cada indivíduo tem suas razões para estar no tatame. Respeite a todos.

39 - As metas de treinamento de cada parceiro devem ser levadas em consideração.

40 - Ao termino do treino, aguarde a saudação em formação e então agradeça cada parceiro com quem treinou e faça uma reverência formal.

41 - Procure participar dos eventos da academia e da sua equipe: seminários, demonstrações, palestras, limpezas gerais, campeonatos, comemorações, etc. A sua evolução no JiuJitsu está inteiramente vinculada a presença nesses eventos.

42 - O Jiu Jitsu é um meio para o desenvolvimento pessoal, para o treinamento do corpo, mente e espírito. Respeito, sinceridade, humildade, cooperação, harmonia e boa vontade são condutas essenciais aos praticantes da arte suave.

 

 

 

Quando você entra no tatame, entra num mundo diferente, num mundo de guerreiros. Pode ser um lugar de respeito e amistosa camaradagem ou um covil de paranóia e desconfiança. No tatame atacamos e somos atacados, aprimorando a nossa capacidade de responder intuitivamente. As regras e os comportamentos de etiqueta nos permite praticar Jiu Jitsu com segurança, alem de disciplinar e redirecionar as reações agressivas desenvolvendo os sentimentos de compaixão e respeito dentro do tatame.

1 - Este tatame segue as regras tradicionais de boa conduta. Cabe a cada estudante honra-las e segui-las com sinceridade.

2 - Respeite seu Mestre, respeite o professor, respeite o tatame, respeite seu kimono, respeite as outras artes marciais e respeite os colegas de treino.

3 - Respeitar, Respeitar e Respeitar, é um pensamento constante dentro do tatame.

4 - Cada atleta deve cooperar para criar uma atmosfera positiva de harmonia e respeito.

5 - É prerrogativa do professor decidir se irá ou não tomar você como aluno. A técnica não se compra.

6 - Mesmo estando fora do tatame, mantenha o respeito durante os treinos e nao tire atenção de quem esta dentro do tatame.

7 - O tatame não deve ser utilizado para outro fim a que se destina, salvo expressa ordem do professor.

8 - Evite frequentar as aulas se estiver com alguma doença transmissível por ar ou contato.

9 - Se estiver com alguma lesão ou incapacidade física comunique ao professor, antes de iniciar o treino.

10 - Cuide da sua higiene: o kimono deve estar sempre limpo e lavado e as unhas das mãos e dos pés bem aparadas, para evitar ferir um companheiro.

11 - Remova toda e qualquer jóia, aliança, relógio, corrente ou qualquer acessório que prejudique seu treino e dos seus parceiros. Cabelos compridos devem ser presos com elástico e não com presilha.

12 - É proibido fumar ou fazer uso de bebida alcoólica em todas as dependências da academia inclusive vestiário e banheiro, assim como chegar embriagado para o treino.

13 -A academia é de responsabilidade de todos que usam seu espaço. Mantenha a mensalidade em dia, pois ela que mantêm as despesas do local e da à você a oportunidade de mostrar um pouco de gratidão pelas lições recebidas.

14 - Sinta-se em casa para dar informações a visitantes, arrumar o que estiver desarrumado, limpar o que estiver sujo.

15 - Se precisar ausentar-se por algum tempo dos treinos por viagens ou doença avise o professor.

16 - Ao entrar ou sair do tatame faça sempre reverência.

17 - Não pise calçado no tatame.

18 - Não ande descalço fora do tatame.

19 - Não ande pelo tatame sem estar completamente vestido.

20 - Não entre no tatame comendo ou até mesmo mastigando chiclete.

21 - Evite atraso, se por motivo de força maior chegar com a aula já iniciada, entre no tatame discretamente, pedindo licença ao professor, faça uma reverência ao professor dizendo Oss , cumprimente todos os faixas pretas que houver no tatame e se adapte ao ritmo dos exercícios, evitando que seu atraso prejudique o treino.

22 - Caso entre um faixa preta no tatame com a aula já iniciada, pare imediatamente o que estiver fazendo e vá cumprimenta-lo, em seguida retorne ao ritmo dos exercícios, ou aguarde orientação.

23 - Não abandone o tatame durante a aula. Se você precisar sair temporariamente do tatame peça autorização; deve-se pedir autorização até mesmo para usar o banheiro ou tomar agua.

24 - Ao entrar no tatame esvazie a mente dos problemas diários e foque no treinamento.

25- Evite conflitos de ego no tatame. O tatame não é um ringue de competição de vaidade. Você deve treinar para dominar seus próprios instintos agressivos.

26 -Treine exatamente como orientado pelo professor.

27 Jamais se deve contra argumentar com o professor, não há lugar para discussões em um tatame.

28 - Respeite o Mestre e seus ensinamentos da forma como forem transmitidos pelo professor. Nunca argumente com o professor, mesmo que outro instrutor tenha dito algo diferente. Existem várias formas de se executar as técnicas e você deve seguir cada instrutor, em cada aula, no melhor de sua capacidade.

29 - Quando o professor demonstrar uma técnica, preste atenção e faça perguntas na hora apropriada.

30 - Não deixe de fazer nenhuma técnica (a não ser que esteja machucado).

31 - Quando o fim de uma técnica for determinado, pare imediatamente. Faça uma reverencia e agradeça seu parceiro.

32 - Não recuse a treinar com nenhum parceiro.

33 - Respeite os mais graduados. Evite discutir sobre a técnica.

34 - Respeite os menos graduados. Não inviabilize sua prática.

35 - Os mais graduados devem, por sua vez, treinar as técnicas sempre com os menos graduados, conduzindo o movimento, em caso de duvida. Mas nunca devem corrigi-lo ou instrui-lo, a menos que tenha autorização, isso cabe ao professor.

36 - Nunca pense que estará atrapalhando alguém por não saber executar algum movimento. todos estão aprendendo, uns ajudando aos outros.

37 - Esteja consciente do que ocorre ao seu redor. Dose a intensidade dos movimentos principalmente com os menos graduados. tenha responsabilidade sobre vc mesmo e seu companheiro de treino.

38 - Treine com afinco e energia, mas sempre respeitando a integridade física do colega. Durante as aulas ha sempre pessoas de diferentes sexos, idades, capacidade física, habilidades e possibilidades diferentes. Tenha consciência de suas limitações. Cada indivíduo tem suas razões para estar no tatame. Respeite a todos.

39 - As metas de treinamento de cada parceiro devem ser levadas em consideração.

40 - Ao termino do treino, aguarde a saudação em formação e então agradeça cada parceiro com quem treinou e faça uma reverência formal.

41 - Procure participar dos eventos da academia e da sua equipe: seminários, demonstrações, palestras, limpezas gerais, campeonatos, comemorações, etc. A sua evolução no JiuJitsu está inteiramente vinculada a presença nesses eventos.

42 - O Jiu Jitsu é um meio para o desenvolvimento pessoal, para o treinamento do corpo, mente e espírito. Respeito, sinceridade, humildade, cooperação, harmonia e boa vontade são condutas essenciais aos praticantes da arte suave.

 

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Livro sobre MMA

Publicado por Gustavo Almeida em 06/08/2012 às 14h24

Você já se perguntou de onde vem o Jiu-jitsu? O judô? O MMA? E quando você ouve nomes como Garrastazu Médici, Roberto Marinho, Getúlio Vargas o que vem a sua cabeça?

Pois é, por incrível que pareça esses nomes estão diretamente ligados à história do MMA que em grande parte é a história do Jiu-jitsu também. No livro "Filho teu não foge a luta" da editora Intrínseca, o jornalista Fellipe Awi relata com riquíssimos detalhes como o Jiu-jitsu veio para o Brasil e foi aperfeiçoado pelos Gracies, até chegar ao ponto de ser um mega evento que podemos acompanhar aos fins de semana e uma indústria que gira milhões e agrega fãs no mundo inteiro.
Desafiando atletas de outras artes marciais como, judo, capoeira, boxe e tantos outros, a família Gracie conseguiu provar a eficiência de sua arte ou como eles gostam de dizer ”Davi vencendo Golias”, isto porque o Helio Gracie, falecido em 2008, era magrinho e franzino, mas confiava tanto no seu Jiu-jitsu a ponto de colocar anúncios procurando desafiantes no jornal e vencendo 99% dos seus desafios.
Após anos de trabalho duro no Brasil eles tinham uma certeza… o Jiu-jitsu só seria reconhecido como a melhor e mais eficiente arte marcial quando os Americanos acreditassem nisso (PORQUE? – acho que ficaria legal colocar o motivo de uma maneira simples).

Já nos Estados Unidos, com um dojô instalado dentro da sua garagem a família Gracie galgou seu espaço e  chegando até as estrelas de Hollywood. Mel Gibson, Arnold Schwarzenegger, Jean Claude Van Damme, Chuck Norris são nomes de peso que você encontrará com uma certa freqüência nesse ótimo livro .

Quer saber mais? Leiam esse trabalho de ótima qualidade e descubram o quão protagonista nós somos nesse esporte. Um presente para quem gosta de ler, uma bíblia para lutadores de Jiu-jitsu / MMA e uma obrigação de leitura para todos os professores de artes marciais.

Já estou com o meu em mãos… E aí, Vai encarar???

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